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Também somos filhos de Deus: queremos um show da Madonna em SL!


Depois de um longo período sem shows internacionais que estremecessem o país – o último foi dos roqueiros do U2 e Rolling Stones em 2006 –, o Brasil (leia-se: SP e RJ) é contagiado por mais um frenesi: a maior cantora pop de todos os tempos, a já cinquentona Madonna Louise Veronica Ciccone Ritchie, respirará os ares tupiniquins em dezembro encerrando a The Sticky & Sweet Tour com 3 shows: dias 14 de dezembro no estádio do Maracanã (Rio de Janeiro) e 18 e 20 de dezembro no Morumbi (São Paulo).

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A diva que já foi acusada pelo Vaticano de fazer os shows satânicos da história, dedicou Like a Virgin (será que ela não quis dizer Like a Prayer?), um clássico de sua carreira, ao santíssimo Papa Bento XVI em sua recente apresentação na Itália. "Eu dedico essa música ao Papa porque eu sou uma filha de Deus. Todos vocês também são filhos de Deus", disse Madonna.

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Os abençoados que irão assistir ao show no Brasil desembolsarão R$ 600 pela pista VIP, R$ 250 pela pista, entre R$ 160 a R$ 300 pelas arquibancadas ou de R$ 220 a R$ 300 pelas cadeiras. E nós, maranhenses, como sempre acontece, ficamos de fora dos grandes eventos. Assistiremos tudo pela tevê. Isso, de fato, não tem preço.

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*Por Carulhina

Boys Bands e suas mensagens sociais

Apesar de reunir milhares de fãs no mundo, as boys bands estão entre os agrupamentos musicais mais criticados, recebendo mais críticas até que as cantoras peitudas-gostosonas que surgem a cada dez minutos.

Quando criança, nunca fui fã destes grupos, mas com o amadurecimento que a adolescência traz, pude enxergar além das roupas parecidas, das canções românticas e das fortes expressões faciais. Afinal, existia mais coisas por trás das Boy Bands.

A primeira vez que tal idéia me passou pela cabeça, eu estava, como diria uma amiga minha, muito bem lendo a minha revista Disney Explora, hoje extinta, na qual havia, nada mais, nada menos que um quadrinho com o N’sync, em que os músicos, heroicamente, salvavam o mundo da música ao impedir que Mozart se desviasse das aulas de piano para jogar minigame. Brilhante!

Além de salvar o mundo (pelo menos em quadrinhos), as boys bands sempre consequem trazer aquela felicidade repentina e inocente. Quem nunca urrou de prazer ao ouvir “All you people, can’t you see, can’t you see”? Quem nunca se sentiu extasiado pela poesia dos BSB, do Five, do N’sync etc.? Será que alguém já parou para refletir sobre “Show me the meaning of being lonely” ou de “Baby, when the lights go out”? Letras capazes de transbordar amor e bondade em qualquer coração, e, como se não bastasse, elas ainda são cantadas em coro! Que delírio!

Mas, quando se trata de boy bands, não só as letras dão o seu recadinho. E aquelas coreografias? A primeira vez que vi o Five dançar, não pude acreditar nos meus próprios olhos, comecei a exibir um rizinho abobalhado e a sacudir a cabeça no ritmo de “If ya gettin’ down”. Passei muito tempo tentando desvendar como eles conseguiam passar tanta felicidade ao mundo através de passos largos, mãos se mexendo e dancinha sincronizada. A chave para esta resposta era a sincronia. É isso, sincronia é tudo que precisamos hoje em dia!

E para os que ainda não vêem nada de mais nessas “bandinhas”, deixo com vocês o trecho de uma música que, ao longo dos anos, vem enriquecendo a vida de multidões:
“Get on up when you’re down
Baby take a good look around
I know is not much, but It’s ok
Keep on movin’ on anyway”

*Por Secoelho